segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ronaldo “O Fenômeno” disse Adeus ao Futebol e Emocionou o Mundo Inteiro com Sua Humildade!


Eu admiro Ronaldo "o fenômeno" desde o início de sua carreira independente do clube que estivesse jogando.
O garoto de Bento Ribeiro subúrbio carioca que encantou o mundo com seu futebol foi descoberto pelo ex-jogador Jairzinho quando jogava no São Cristóvão clube que lhe pagava as passagens de ônibus.
Jairzinho comprou seu passe por dez mil dólares e o vendeu para o Cruzeiro onde permaneceu de 1993 a 1994 onde o menino dentuço marcou 57 gols em 58 partidas o que lhe renderam dois títulos: A copa do Brasil e o campeonato mineiro.
Com esse destaque foi convidado pelo técnico da Seleção Brasileira de 1994 Carlos Alberto Parreira para a copa dos Estados Unidos mesmo na reserva participou da conquista do tetra campeonato da nossa seleção.

Após a copa foi contratado pelo PSV Eindhoven da Holanda onde atuou por duas temporadas de 94 a 96 conquistando mais dois títulos: A supercopa da Holanda e a Copa da Holanda marcando 66 gols em 71 partidas, ninguém segurava aquele garoto franzino.
No auge da carreira foi brilhar no futebol espanhol contratado pelo Barcelona quando surgiu o apelido de “Fenômeno” que o consagrou.
Nas duas temporadas que atuou no time catalão foi um show à parte, 51 jogos, 48 gols e 3 títulos: Copa da Espanha, Supercopa da Espanha e Recopa Europeia.

Em 1997 foi a vez da Itália desfrutar do talento do “Fenômeno” quando a Inter de Milão o contratou até 2002.
Marcou 56 gols em 90 jogos e apesar da conquista da Copa da UEFA protagonizou um drama que comoveu o mundo quando sofreu uma grave lesão no joelho já operado.

Depois de um longo tratamento e muita perseverança quase ninguém acreditava que ele fosse o maior destaque da copa do mundo de 2002 depois que o Felipão apostou todas suas fichas no craque que não só foi o artilheiro com oito gols ainda recebeu naquele ano pela terceira vez o título de melhor jogador do mundo pela FIFA.

Em 2003 Ronaldo juntamente com astros do futebol como Zidane, Figo, Raúl, Beckham, Roberto Carlos e outros craques fez parte dos Galáticos do Real Madrid onde permaneceu por seis temporadas, mas em termos de conquistas só foram duas: O Mundial de Clubes e o Campeonato Espanhol de 2003.

De volta a Velha Bota
Após alguns desentendimentos devido aos fracassos dos Galáticos e a falta de títulos antes de um desgaste total Ronaldo preferiu ser negociado e dessa vez voltou para o maior rival do seu ex-clube a Inter de Milão e estreou no Milan ao lado de Kaká e Pato e com relação a títulos foi o único clube que o “Fenômeno” não conseguiu levantar nenhum caneco.
Foram 69 partidas e 35 gols marcados pelo craque.
Segundo o próprio Ronaldo foi no Milan que ele soube que tinha um problema conhecido por “Hipotireodismo” o que ocasionou o aumento de peso.

A Volta ao Brasil.
Após mais uma séria lesão o “Fenômeno” começou um namoro com o Flamengo numa tentativa de voltar ao Brasil e como não houve um acordo entre as partes o Corinthians o conquistou definitivamente e segundo ele era mais um louco para se somar a essa que é a maior torcida do futebol brasileiro.
Foi um sucesso não só a sua chegada como foi uma lua de mel que deixou o Presidente do Timão mais que satisfeito pela feliz aquisição quando da conquista do Campeonato Paulista de 2009 e a copa do Brasil do mesmo ano.
O maior objetivo do craque era conquistar a Libertadores da América que em 2010 foi interrompida pelo seu antigo clube de coração, o Flamengo e em 2011 pelo fraco e desconhecido Tolima antes da fase dos grupos.
Parte da imprensa atribuía a essa derrota o motivo principal que levara “O Maior Atacante de Todos os Tempos” segundo o New York Times desse 14 de fevereiro de 2011 dia em que Ronaldo Luís Nazário de Lima o “fenômeno”disse Adeus ao futebol deixando o mundo inteiro em silêncio para ouvir a sua despedida.

Uma Carreira Brilhante
Uma trajetória de sucesso sem dúvida alguma é o que podemos dizer sobre Ronaldo: considerado o melhor jogador do mundo em 96/97 e 2002.
Conquistou os maiores títulos do futebol mundial.
Foi o maior artilheiro da copa do mundo.
Após oito cirurgias sofridas se superou e deu exemplo de perseverança a todos nós que achávamos que desde a primeira lesão seria o seu fim como jogador.
O excesso de peso que o impossibilitou de continuar a dar seu show foi explicado por ele com muita humildade e lhe tirou de campo e de que mais gostava, fazer gols.

Será que a intolerância de alguns torcedores fanáticos não contribuem para decisões radicais de jogadores que se sentem ameaçados?

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Edigarde Rodrigues

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O Amor Incondicional de uma Cadelinha Chamada Baby!


Quanto mais o tempo passa mais eu tento aprender o que a vida tem pra me ensinar e apesar de pensarmos que já sabemos muito a cada dia nos surpreendemos.
Eu que nunca fui muito ligado a ideia de possuir um animal mas fui agraciado pelo o amor de uma cadelinha chamada Baby que conquistou o meu coração.
No início confesso que não foi fácil a nossa convivência porque a cadelinha já pertencia a minha atual companheira há quase dez anos e já tinha conquistado alguns direitos e eu que estava chegando tinha que ceder se quisesse continuar fazendo parte da vida da minha amada.
Convidado eu fui passar o primeiro fim de semana no sítio da família dela em Embú das Artes aqui es São Paulo quando ela me falou que a Baby iria dormir na cama conosco já que era hábito em sua casa, não foi nada fácil dizer não o que levou quase ao fim o nosso romance que foi contornado por familiares.

A Baby deve ter achado tudo muito estranho mas mesmo assim parece ter compreendido e ao invés de ficar com raiva de mim que não permitia dividir o mesmo espaço com ela foi aos poucos me conquistando e eu fui mudando o meu conceito e até já admitia que ela dormisse pelo menos no mesmo quarto conosco.

O Tempo foi passando e eu cada vez mais me afeiçoando pela meiguice e carinho com que ela me recebia em casa quando eu chegava ela fazia uma grande festa o que lembrava a música do Roberto Carlos intitulada "Eu Voltei" que dizia " O meu cachorro me sorriu latindo" era desse jeito que ela me recebia ao distinguir o barulho do motor do meu carro apesar da rua nada silenciosa onde eu moro e a Cida minha companheira sabia que eu estava chegando.

A Baby só vinha pra minha casa a cada quinze dias mas há um ano atrás depois de um esaustivo cansaço a levamos ao seu veterinário o que foi diagnosticado uma lesão no seu coração e a partir daí eu fazia questão que ela viesse pra minha casa todo fim de semana o que me deixava mais tranquilo porque a minha companheira poderia ficar mais perto dela e confesso que eu também me sentia muito bem com a sua presença.

A Baby conquistara meu coração definitivamente com o passar do tempo e me cativava sem nada pedir em troca apenas um pouco da minha atenção, mas eu fazia um pouco mais e gratificava aquele amor e tentava lhe agradar também alimentando-a o que ela adorava quando eu ia pra cozinha e ela me acompnhava toda faceira.

Baby ainda bebê com sua família

No mês de outubro passado ela teve uma crise na madrugada quando a levamos para uma clínica de atendimento 24 horas e no dia seguinte ela voltou a alegrar a nossa casa.
Em dezembro mais uma crise e novamente fomos a clínica e dessa vez ela demorou mais para se recuperar apesar do tratamento dispensado de acordo com a orientação de uma veterinária nossa vizinha.

Certo dia eu a Cida e seu sobrinho Victor de oito anos resolvemos assistir ao filme "Marley e Eu" e no final nos emocionamos muito devido a situação da nossa Baby.

No final do ano evitamos viajar para não sacrificá-la e ficamos em casa mesmo muito embora tivéssemos alguns convites para festejar a passagem do ano fora.

Na madrugada do dia 31 de janeiro depois de mais uma crise a Baby nos disse adeus para a nossa profunda tristeza.
Eu passei por uma das piores experiências da minha vida ao acompanhá-la em seus ultimos e tortuosos momentos e por volta das 3 horas o seu doce coraçãozinho deixou de bater e ela que foi a grande companhia da Cida a minha amada, por muitos anos, silenciou deixando uma lição de amor incondicional nunca visto por mim apesar da minha experiência.

Na sua partida coube a mim a espinhosa e difícil tarefa de acondicioná-la para ser levada para sua ultima morada o que me fêz refletir o quanto eu amei aquela cadelinha que arrebatou o meu coração.

Hoje só nos resta escutar o papagaio perguntar todas manhãs: Cadê a Baby?

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Edigarde Rodrigues